FutureStarr

Frida Kahlo Vida E Obra Resumo OR

Frida Kahlo Vida E Obra Resumo OR

Frida Kahlo Vida E Obra Resumo

via GIPHY

Frida Kahlo, a pintora mexicana conocida internacionalmente como una icono de la personalidad latina y con más de 130 días de "exclusividad" no Look da Semana Cibeles, vive una película en la ópera "La Vida es una Oda a Frida Kahlo", de Pablo Larraín.

Frida Kahlo

via GIPHY

Frida Kahlo (July 6, 1907 - July 13, 1954) was a Mexican painter, who has achieved great international popularity. She painted using vibrant colors in a style that was influenced by indigenous cultures of Mexico as well as by European influences that include Realism, Symbolism, and Surrealism. Many of her works are self-portraits that symbolically express her own pain and sexuality.

Frida, naturaleza viva (1983) é um filme magnífico em muitos sentidos. Por exemplo, na eficiência de um roteiro que mesmo fugindo de toda a linearidade e fragmentando o tempo sem piedade nos joga fascinados para dentro do rico mundo mental e afetivo de Frida Kahlo, essa extraordinária mulher mexicana cujo centenário de nascimento comemorou-se em 6 de julho deste ano. É magnífico na força de imagens que podem vir tanto carregadas de uma estranha delicadeza – como aquelas em que Frida diante de Trotski desiste pesarosa do amor que ele lhe oferece – quanto transpassadas por intensa paixão – política, inclusive, caso da cena memorável em que a artista quase agonizante vai à rua em cadeira de rodas para participar de uma manifestação contra a derrubada do governo guatemalteco de Jacobo Arbenz, pelos Estados Unidos. E é belo nos passeios da câmera pela pintura tão autobiográfica, corporal e dolorosa da artista, do mesmo modo que na recriação da atmosfera das relações em que ela viveu, corporificada no trabalho dos atores, em especial Ofélia Medina, que faz tão intensamente Frida Kahlo. É simultaneamente um filme vigoroso e extremamente sensível ao olhar feminino. (Source: revistapesquisa.fapesp.br)

VIDA

via GIPHY

A sinopse publicada no programa do 2º Festival de Cinema Latino-americano de São Paulo, que aconteceu de 22 a 29 de julho passado, no Memorial da América Latina (ver matéria), apresenta o filme nestes termos: “Em seu leito de morte, a pintora Frida Kahlo recorda sua vida. Por sua mente desfilam os personagens e situações mais significativos de sua atormentada existência: sua infância, sua doença, o comprometimento político, sua agitada vida sentimental, a amizade com Trotski e o pintor Siqueiros, o casamento com Rivera”. Admitamos que esse resumo lido a posteriori funcione como estímulo à decisão de alguém ver imediatamente o filme – não será nada fácil. Como também será difícil ver Reed, México insurgente (1970), Etnocídio (1976), Barroco (1988) ou os curtas-metragens Os animais (1995) e A flauta de Bartolo (1997), todos eles filmes do cineasta mexicano Paul Leduc, apresentados durante o citado festival em São Paulo. A dificuldade decorre de esses filmes não serem exibidos normalmente em circuito comercial no país e muito menos serem encontrados em videolocadoras, como acontece, aliás, com uma imensa parte da produção latino-americana de cinema, brasileira inclusive.

Frida Kahlo Vida E Obra Resumo

Frida Kahlo Vida E Obra Resumo

Frida Kahlo, a pintora mexicana conocida internacionalmente como una icono de la personalidad latina y con más de 130 días de "exclusividad" no Look da Semana Cibeles, vive una película en la ópera "La Vida es una Oda a Frida Kahlo", de Pablo Larraín.

Frida Kahlo

Frida Kahlo (July 6, 1907 - July 13, 1954) was a Mexican painter, who has achieved great international popularity. She painted using vibrant colors in a style that was influenced by indigenous cultures of Mexico as well as by European influences that include Realism, Symbolism, and Surrealism. Many of her works are self-portraits that symbolically express her own pain and sexuality.

Frida, naturaleza viva (1983) é um filme magnífico em muitos sentidos. Por exemplo, na eficiência de um roteiro que mesmo fugindo de toda a linearidade e fragmentando o tempo sem piedade nos joga fascinados para dentro do rico mundo mental e afetivo de Frida Kahlo, essa extraordinária mulher mexicana cujo centenário de nascimento comemorou-se em 6 de julho deste ano. É magnífico na força de imagens que podem vir tanto carregadas de uma estranha delicadeza – como aquelas em que Frida diante de Trotski desiste pesarosa do amor que ele lhe oferece – quanto transpassadas por intensa paixão – política, inclusive, caso da cena memorável em que a artista quase agonizante vai à rua em cadeira de rodas para participar de uma manifestação contra a derrubada do governo guatemalteco de Jacobo Arbenz, pelos Estados Unidos. E é belo nos passeios da câmera pela pintura tão autobiográfica, corporal e dolorosa da artista, do mesmo modo que na recriação da atmosfera das relações em que ela viveu, corporificada no trabalho dos atores, em especial Ofélia Medina, que faz tão intensamente Frida Kahlo. É simultaneamente um filme vigoroso e extremamente sensível ao olhar feminino. (Source: revistapesquisa.fapesp.br)

VIDA

A sinopse publicada no programa do 2º Festival de Cinema Latino-americano de São Paulo, que aconteceu de 22 a 29 de julho passado, no Memorial da América Latina (ver matéria), apresenta o filme nestes termos: “Em seu leito de morte, a pintora Frida Kahlo recorda sua vida. Por sua mente desfilam os personagens e situações mais significativos de sua atormentada existência: sua infância, sua doença, o comprometimento político, sua agitada vida sentimental, a amizade com Trotski e o pintor Siqueiros, o casamento com Rivera”. Admitamos que esse resumo lido a posteriori funcione como estímulo à decisão de alguém ver imediatamente o filme – não será nada fácil. Como também será difícil ver Reed, México insurgente (1970), Etnocídio (1976), Barroco (1988) ou os curtas-metragens Os animais (1995) e A flauta de Bartolo (1997), todos eles filmes do cineasta mexicano Paul Leduc, apresentados durante o citado festival em São Paulo. A dificuldade decorre de esses filmes não serem exibidos normalmente em circuito comercial no país e muito menos serem encontrados em videolocadoras, como acontece, aliás, com uma imensa parte da produção latino-americana de cinema, brasileira inclusive.

O de Warren Beaty, que se chama Reds, e o filme soviético de Serguei Bondarchuk, que se chama Campanadas de media noche ou algo assim. Este último nunca vi porque todos diziam coincidentemente que era uma porcaria. Reds vi anos depois na televisão e gostei muito. É um filme feito dentro do sistema de Hollywood, evidentemente, mas já o fato de se falar de John Reed em Hollywood é muito interessante. Não tocava praticamente na parte mexicana de sua biografia, era a parte da revolução soviética que lhe interessava e, claro, tinha a história de amor, vida pessoal demais, mas era muito bem-feito, emotivo e respeitoso com o personagem e seu ambiente. E, além do mais, a maravilhosa Diane Keaton. (Source: revistapesquisa.fapesp.br)

 

 

Related Articles