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A Cruzadas Resumo

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Cruzadas Resumo

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Cruzadas Was Founded in May 2013 With a Mission to Re-Energize the Brazilian ICT Industry by Collaborating in the Change That Comes Only With Collaboration. the Company Is Committed to Building the Largest Community in Latin America and the First Completely Responsible Social Company.

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RESUMO CONTEXTO: As derivações extra-anatômicas, sendo procedimentos cirúrgicos alternativos à cirurgia clássica, têm como principal objetivo simplificar um procedimento de grande porte como a restauração aorto-femoral. OBJETIVOS: Analisar os resultados a longo prazo das derivações extra-anatômicas no segmento aorto-ilíaco. MÉTODOS: Estudo longitudinal retrospectivo envolvendo 79 derivações extra-anatômicas no segmento aorto-ilíaco, realizadas em 75 pacientes, no período de dezembro de 1991 a dezembro de 2006. RESULTADOS: Média de idade foi 64,2 anos, com predominância pelo gênero masculino (64%). A isquemia crítica foi a responsável pela maioria das indicações cirúrgicas (86,1%) e a derivação ilíaco-femoral cruzada representou 41,8% dos casos. Em cinco anos, as taxas de mortalidade geral, perviedade e salvamento do membro foram, respectivamente, de 28%; 70,3% e 67,6% em cinco anos. CONCLUSÕES: As derivações extra-anatômicas devem permanecer como cirurgias alternativas, pois apresentam taxas de perviedade inferiores aos procedimentos que seguem as vias anatômicas naturais além de morbimortalidade considerável. Entretanto, são procedimentos importantes nos casos em que a limitação de ordem clínica ou de natureza local torna difícil ou impede a revascularização por via anatômica. As derivações cruzadas apresentaram perviedade superior às derivações axilo-femorais e as ilíaco-femorais cruzadas revelaram a maior perviedade entre todas (77,3% em cinco anos).

Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista Geologia USP. Série Científica, o direito de primeira publicação, com o trabalho sob a licença Creative Commons BY-NC-SA (resumo da Licença: https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 | texto completo da licença: https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/legalcode) que permite o compartilhamento do trabalho de forma não comercial e conferindo os devidos créditos autorais da primeira publicação nesta revista. (Source: www.revistas.usp.br)

Em

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No presente trabalho a polissulfona bisfenol-A (PSU) foi sulfonada com o agente de sulfonação trimetil silil cloro sulfônico [(CH3)3SiSO3Cl], em solução homogênea de dicloroetano. A reação de sulfonação foi confirmada por titulação ácido-base e análises FTIR. As membranas híbridas foram obtidas por vazamento da solução polimérica da polissulfona bisfenol-A sulfonada (SPSU) e sílica precipitada Tixosil® 333 em N-N-dimetilacetamida (DMAc), e a formação das ligações cruzadas foi estudada por irradiação. Foram utilizadas doses totais de 5 a 30 kGy de radiação gama, oriunda de uma fonte de 60Co. A absorção de água foi determinada pela variação percentual da massa da membrana seca e hidratada em água deionizada a 40 e 60 °C. A condutividade protônica das membranas na forma ácida foi obtida pela técnica da espectroscopia de impedância ac utilizando um potenciostato/galvanostato. As membranas híbridas reticuladas por irradiação apresentaram condutividade protônica próxima de 10-1 S.cm-1 a 100% RH e 80 °C. O desempenho eletroquímico, as estabilidades térmica e mecânica, e o baixo custo tornam a membrana SPSU híbrida reticulada um possível substituto da membrana Nafion nas células a combustível que usam eletrólito polimérico.

A tecnologia das células a combustível ("Fuel Cell", FC), tem demonstrado que é possível gerar energia de forma eficiente por mecanismos de conversões eletroquímicas, transformando hidrogênio e oxigênio em vapor de água, livre de poluentes, gerando eletricidade e calor. Existem algumas tecnologias de células a combustível que diferem na temperatura operacional, no tipo de combustível e no eletrólito empregado, são elas: célula a combustível a eletrólito polimérico ("Polymer Electrolyte Fuel Cell", PEFC); célula a combustível a metanol direto ("Direct Metanol Fuel Cell", DMFC); célula a combustível alcalina ("Alcaline Fuel Cell", AFC); célula a combustível ácida ("Phosphoric Acid Fuel Cell", PAFC); célula a combustível a carbonato fundido ("Molten Carbonate Fuel Cell", MCFC) e célula a combustível a óxido sólido ("Solid Oxide Fuel Cell", SOFC). Entretanto, significativo desenvolvimento ainda precisa ser atingido para tornar as células a combustível, técnica e economicamente, competitivas para as mais diversas aplicações (Source: www.scielo.br)

 

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